No passado, atribuiu-se a cada planeta uma relação específica com um determinado signo signo do Zodíaco. A tabela que se seguia, não apresentava complicações, já que o Sol e a Lua eram regentes de um signo, cada um e os outros planetas regiam dois signos cada um.
O primeiro dos três planetas modernos em ser descoberto, foi Úrano, em 1791 por William Herschel. A sua influência foi notada gradualmente pelos astrólogos. Depois de várias controvérsias, aceitou-se que influência destrutiva de Úrano e as mudanças súbitas estão relacionadas com Aquário. Neptuno, descoberto em 1846, acabou por ser associado ao inconstante signo de Peixes. E, Plutão descoberto nos Estados Unidos em Fevereiro de 1930, ficou associado a Escorpião.
Os planetas podem estar em “detrimento”, em “exaltação” ou em queda, se se situam nos signos que tradicionalmente conferem estas qualidades. Mas pode acontecer que numa carta natal, nenhum planeta esteja nestas posições. Quando um planeta está em “exaltação”, significa que está bem situado e que favorece o indivíduo e os seus efeitos são positivos. Se o planeta está em “detrimento”, isso significa que está mal situado e que a sua influência é menor, o que também acontece se o planeta estiver em queda.
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