Portugal, uma visão astrológica para os próximos tempos
por António Rosa
15 Março 1143 – 12:00 – Guimarães, Portugal
Dia «10 de Junho» comemora-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Após a instituição da República, foi escolhido este dia para representar Portugal, por ser a data que assinala a morte de Luís Vaz de Camões, o autor de «Lusíadas», uma obra imortal. Com o 10 de Junho, os republicanos de Lisboa de então, tentaram evocar a glória das comemorações camonianas de 1880, uma das primeiras manifestações das massas republicanas em plena monarquia.
Antes de mais, gostaria de deixar palavras de ânimo e esperança a todos os portugueses, pois o mapa do nosso país começa a ficar astrologicamente desanuviado das grandes pressões dos últimos tempos.
Dizer isto numa altura em que o desemprego atinge meio milhão de pessoas, em que todos os dias encerram empresas, parece um contra-senso. É altura de começarmos a sair da situação sombria a que fomos remetidos por uma imprensa que nos grita diariamente aos ouvidos: crise, crise, crise. Enquanto estivermos mergulhados nesta «egrégora» terrível, as pessoas terão dificuldade em levantar a cabeça. A palavra «medo» nunca se aplicou tão bem.
Esta análise é de natureza colectiva, enquanto país. Não se deve comparar com os nossos mapas pessoais.
O Sol de Portugal está em Peixes a 23º 59’. Nos últimos anos este Sol, que representa o povo na sua globalidade esteve submetido a pressões muito fortes, a exigir mudanças quase radicais. Não é vão que Plutão transita pelo signo Capricórnio. Posso destacar dois desses trânsitos poderosos:
Veja a continuação do artigo na próxima página