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Annie Besant

Escritora e oradora inglesa, foi uma importante activista pelos direitos das mulheres e a independência dos povos




Tendo sido difícil a luta pela sobrevivência que se seguiu, bem mais dolorosa foi a privação da custódia dos seus filhos. A decisão fundamentou-se exclusivamente nas opções filosóficas de Annie, que, diziam, não lhe permitiam ser uma boa educadora. No entanto, logo atingida a maioridade e liberdade de escolha, ambos os filhos se juntaram à mãe, que continuaram a adorar com devoção e orgulho.

Foi a partir da separação, com apenas 25 anos de idade, que Annie se dedicou mais do que nunca às questões religiosas e filosóficas que a atormentavam e alargou o seu interesse pela política e pela ciência, ampliando a sua cultura até níveis extraordinários. A sua reflexão sobre as questões religiosas conduziu-a até posições de agnosticismo, mas com um sentido muito profundo da concepção do uno (uma eterna e única substância).

Ao mesmo tempo interessou-se vivamente pelas questões sociais, tendo, a certa altura, chegado a ser uma destacada militante socialista, defendendo os direitos da mulher e a liberdade de pensamento e expressão. Em todas estas causas empenhou-se com extraordinária coragem e notável talento oratório e literário, tendo convivido com homens de vulto como Charles Bradlaugh e George Bernard Shaw. Assim, em plena década de 1880, Annie Besant, era uma figura largamente conhecida e famosa, especialmente na Grã-Bretanha.

No início de 1889, uma das suas actividades era a de jornalista. Foi nessa qualidade que, para fazer uma crítica literária, lhe foram parar às mãos os dois grossos primeiros volumes da incomparável obra “A Doutrina Secreta”, de Helena Petrovna Blavastsky. Annie Besant levou os livros para casa e, ao lê-los, ficou assombrada. Ali estavam as ligações que antevira e procurava, mas que ainda lhe faltavam, para aceder da ciência puramente materialista à ciência do espírito, à filosofia integrada, à divina sabedoria (teo + sofia).

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