O seu e-mail foi enviado

sair

Ocorreram erros, verifique os campos a vermelho

Faltam 500 caracteres

Cancelar

Nicholas Roerich

Pintor, arqueólogo e místico russo, reflectiu a espiritualidade na sua arte




A 29 de maio os Roerich atravessam a fronteira russa e chegam a Moscovo a 13 de Junho. Aos comissários do Povo e da Educação, Nikolay ofereceu a sua tela «Maitreya, o Conquistador», que ficou exposta no Museu Gorki. Em Setembro de 1926, o pintor e os seus, voltaram a atravessar a Ásia Central em direcção à Índia, correndo novamente sérios riscos e suportando as temperaturas do Inverno Tibetano (quarenta graus abaixo de zero).

Durante este período pereceram cinco membros de expedição e noventa animais. No entanto, é nesta altura que Nikolay pinta os mais belos quadros da sua obra (mais de quinhentas telas), paisagens da Ásia que nenhum pintor antes dele tinha recriado. Estas obras encontram-se agora dispersas pelos mais importantes museus e colecções do mundo.

A Arte, a Cultura e a Paz

Nikolay nunca aderiu a “ismos”; não foi um pintor de modas estéticas e de escolas. A sua “moda” foi a procura da Beleza - qual demanda do Graal - e a sua “escola” foi o espírito e o eterno. A “inteligência” da nossa época ignora-o, ou finge que o desconhece; todavia, ele deixou uma obra – só as telas são cerca de seis mil – que somente o homem do Séc. XXI e do IIIº Milénio entenderá realmente.

Veja a continuação do artigo na página seguinte


Comentários

publicidade
publicidade
Cálculo do signo ascendente

Outros Sites

Site

SAPO Mulher

Como ser feliz

Sete hábitos das pessoas verdadeiramente felizes.
Site

SAPO Saúde

Aliados da pele

Dermatologista ensina a escolher o protetor solar ideal para si
Site

SAPO Crescer

Não deixe que a depressão lhe estrague as férias

Saiba o que deve fazer para se proteger
Site

SAPO Vídeos

Cerca de 180 segundos com Gustavo Santos

Dicas todas as semanas para viver um dia-a-dia mais feliz
Site

SAPO Zen

Quanto tempo tem o tempo?

Alexandra Lemos explica o fascínio do tempo