A confiança é um estado acessivel a todos ou apenas alguns de nós têm acesso a niveis elevados de auto-confiança? Acredita em si ou acredita que não acredita em si?
Quando começou a acreditar que era capaz ou incapaz de ser feliz no seu relacionamento, falar em público perante uma audiência, ser bem sucedido nos negócios ou simplesmente fazer uma maratona?
Segundo estudos cientificos, uma criança até aos três anos de idade ouve aproximadamente 250 milhões de vezes a palavra NÃO. Familiares, educadores e amigos fazem questão de nos “ajudar” a perceber, com a melhor das intenções, quão limitado pode ser o nosso mundo.
A crença de que não devemos ter determinadas brincadeiras, não devemos mexer na comida com as mãos, não devemos saltar em cima da cama, não devemos expressar a nossa opinião, não devemos falar com estranhos, começa a ser criada como todas as outras crenças: sem percebermos porquê. Aceitamos e reforçamos aquilo em que acreditamos de forma inconsciente e sem questionarmos.
Lembra-se quando em criança tinha de encarar o senhor da mercearia, ou quando estava na sala de aula e sabia a resposta mas tinha medo de colocar a mão no ar, ou quando precisava de ajuda e só existiam pessoas desconhecidas à sua volta? A garganta secava, o coração batia muito forte e rapidamente se instalava um mal estar na zona do estômago.
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