Os ciclos astrológicos e o Amor
Os encontros entre Vénus e Marte
Qualquer trânsito, numa conjunção, favorece novos começos. Como estamos a falar de Vénus e Marte, num período de 2 anos, parecem acontecer 3 novos começos na área dos afetos, do sexo e das emoções fortes e sentimentos amorosos. É por isso que a monogamia foi uma invenção criada pelos humanos, porque se estes fossem deixados à vontade, teriam dentro do possível, vários parceiros/as. E, muitos, fazem-no, mais ou menos às escondidas. Em termos sociais a «família» tem um valor social superior ao íntimo de cada um. Não me compete desenvolver aqui esta questão da «família».
Modernamente, com a aceitação legal do divórcio, as pessoas já podem dar maior vazão aos seus estados mais anímicos. Por isso, é normal encontrarmos vários tipos de famílias: filhos com mães ou pais comuns a conviverem muito bem com os filhos de outras relações dos seus pais.
O ciclo «Vénus-Marte» pode trazer o desejo interno de exercer actividades dinâmicas de cariz artístico ou, então, a vontade expressa e mais comum de concretizar uma relação romântica. É frequente, quando passam por uma oposição que se verifiquem rupturas daquilo que já está mais cansado e gasto.
Este ciclo de Vénus introduz na pessoa a vontade de expressar mais impulsivamente a manifestação dos afetos, despertando uma forte vontade sexual. É o lado mais «natural» do ser humano a funcionar.
Acontecem repentinos «ataques de amor» ou, frequentemente, haver brigas e discussões entre pessoas que hipoteticamente se amam, ou pelo menos, que estejam a viver uma relação. Depois, frequentemente, fazem as «pazes», com toda a carga sexual que esta situação acarreta. É bom que saibam aproveitar estes calores momentâneos.
Nos tempos atuais, tudo isto é acompanhado de grandes frustrações. Então, se o casal está no início de uma relação, o mais certo é um deles não saber se «namora» com o outro. A crise é maior do lado feminino. Quer em consultas ou por email estão sempre a perguntar-me quando é que lhes vai aparecer o «tal». Com tais níveis de ansiedade, o mais certo é não «aparecer» ninguém.
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