Quando comecei a ter contato com o Yoga imaginava uma prática de posturas, de relaxamento, muito tranquila e, por fim, que decididamente não era para mim. Sempre fui atleta e muito ativo. Comecei a nadar com 4 anos de idade no Esporte Clube Pinheiros, depois joguei futebol basquete, pólo aquático, entrou o surf em minha vida aos 12, musculação, corrida, bike, enfim, muita atividade.
Na adolescência fiz a primeira prática, no mesmo clube, com a Prof.ª Celeste, aos 14 anos. Aí que vi que não era para mim mesmo. Não que a prática tivesse sido ruim, eu nem tinha a capacidade de discernir isso à época (e hoje vejo que foi ótima!), mas achei muito parada para a minha vida de “movimentos”!
Voltei a praticar bem mais velho, quando o Yoga despertou em mim um interesse muito especial. A busca pela realização das posturas, cada vez mais difíceis, era uma meta na qual me empenhava com toda determinação. Dedicava-me horas em pranayamas, meditações, sempre em busca da autosuperação (palavra que eu mais ouvia no Yoga).
Conheci o Prof.º Pedro Kupfer, fazendo com ele meus estudos para professor, dei aulas, viajei dando cursos, e comecei a observar que o caminho que os demais praticantes tinham percorrido era mais ou menos parecido.
Vim a encontrar, hoje minha mestra a Prof.ª Gloria Arieira, que falou do Yoga de uma maneira diferente que até então não havia percebido. Escutei muitas aulas dela, pessoais e virtuais, e resolvi viajar para a Índia, por duas vezes, para estudar com o mestre dela, Svami Dayananda Sarasvati.
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